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Preços reais e Preços de mãe

Cena de abertura do filme "OS DELÍRIOS DE CONSUMO DE BECKY BLOOM", de P.J. Hogan.

09/06/2011 Publicada por Giovanni Alves


Marx bem observou que o consumo se amplia na sociedade burguesa incorporando não apenas produtos (mercadorias) que satisfaçam as necessidades básicas do homem – como a alimentação, por exemplo – mas também as necessidades de fantasia. O que se pode captar da cena em questão é o melhor exemplo de que “os delírios de consumo” impostos pelo Capital envolvem todo o tipo de individualidades humanas chegando a afetar inclusive jovens e crianças que ainda não trabalham, mas que desde cedo já vêem no cartão de crédito, por exemplo, a re-significação do trabalho social onde o salário é nada menos que um facilitador do consumo de mercadorias-fetiche. A partir da imagem, portanto, vê-se tal efemeridade que explicita o problema da manipulação onde o "ser - humano" (operários, empregados, crianças e jovens) vive envolto, de modo passivo, na esfera da estética das mercadorias fetichizadas o que o torna um "ter – humano", incapaz do alcance de uma vida plena de sentido conforme salientou Lukács.

20/06/2011 10:23 Bruno Chapadeiro Ribeiro brunochapadeiro@yahoo.com.br Marília - SP

A imagem que está sendo representada, mostra a atual condição do consumo, a qual exerce no indivíduo a condição de inserção na sociedade, porém essa condição gera a exclusão dos mesmos que não possui acesso a tais bens de consumo. A sociedade de consumidores cria práticas exclusivistas, ou seja, produtos que atenda à determinados públicos,criando condições favoráveis e facilidades as práticas consumistas. O consumo da personagem principal, demostra que seu delírio é algo próprio do capitalismo manipulatório, sendo assim o filme ilustra essa sociedade.

16/06/2011 17:24 Fernanda Marques Ferreira dos Santos fernanda.marquesfe@hotmail.com Marilia-SP

A personagem principal pode ser vista como reflexo da sociedade onde vive, transfigurando-se o próprio capital, tinha um apego tão forte ao consumo que chega ao ponto de insanidade que, personificando o objeto (manequins das vitrines), passa a atribuir uma valoração que deveria ser íntriseca ao sujeito. Ao analisarmos a realidade vivida por ela percebemos que foi distorcida e se tornou uma ilusão, a qual, no processo, acaba sendo substituida pelo amor.

16/06/2011 17:23 Jéssica Alves de Almeida jessi-aa@hotmail.com Marilia-SP

"Os reais compravam coisas reluzentes que duravam três semanas" Ao direcionarmos um olhar crítico sobre a imagem acima, apreendemos uma fotografia que explicita em sua totalidade a sociedade de consumidores contemporânea, uma sociedade que convive com uma busca incessante por prazeres individuais, que possui a mercadoria como centro das práticas cotidianas. Essa ritualização dos modelos de conduta atravéz do ato de consumir nos demonstra uma reconfiguração das relações de poder, identidade, inclusão e exclusão. Acerca dessas reconfigurações de poder da sociedade contemporânea é que devemos seguir a análise crítica, uma crítica frente à produção incessante de desejos materializados que nos corrompe diariamente. Tentemos, ao menos pela sociologia, reformular e construir novos paradigmas para pensarmos a nossa vida como sujeitos e não como mercadorias.

16/06/2011 15:27 Bruno Lacerra de Souza bruno_lacerra@hotmail.com Marilia - SP

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