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Tempos neoliberais
Em "O sucesso a qualquer preço", de James Foley, o proletário-mascate Dave Moss lamenta que não tem nenhum apoio da empresa que lhe obriga a cumprir metas de vendas.
03/01/2008 Publicada por Giovanni Alves
Em "O sucesso a qualquer preço", de James Foley, o proletário-mascate Dave Moss lamenta que não tem nenhum apoio da empresa que lhe obriga a cumprir metas de vendas.
03/01/2008 Publicada por Giovanni Alves
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Pura realidade. Não existem laços que seguram a condição de humanidade, o ser genérico. A empresa é isso mesmo. Cada um por si. Fim. O pior é que isso se reproduz nos demais relacionamentos.
23/01/2009 10:16
sinclair pozza casemiro
sinclaircasemiro@yahoo.com.br
maringá-pr
Essa cena mostra claramente a precarização do trabalho. Hoje, o trabalhador entra num empresa por um tempo incerto e nao deve esperar nada da bendita empresa. Ela não tem nenhum compromisso em relação aos seus empregados, nenhuma etica: ou vc cria mais valia para ela ou vc se torna descartavel... ponto final. Vc é nada mais do que uma mercadoria... saudavel/fresca ou podre... no segundo caso, vai para a rua, sem mais, sem menos, sem ajuda de ninguem (nem os sindicatos, que, com os novos modes de produção,quasi desapareceram, nem do Estado, que escolheu "trabalhar" de mãos dadas com o mundo bárbaro empresarial.
03/04/2008 17:45
Marie
chi_qui_nh@hotmail.com
Blumenau
Tenho um exemplo próximo a mim de uma condição estranhada que o sistema capitalista impõe. Tenho um amigo que trabalha em uma grande empresa, e seu principal trabalho é fazer contas para demitir pessoas, dando assim mais lucro aonde trabalha. Questionando o sobre sua condição, já que o mesmo tem uma visão de mundo mais clara, ele apenas me respondeu: " É questão de sobrevivência, se não vai ele, vai eu. Essa é a regra do jogo, do sistema em que vivemos" Não perguntei mais nada!
12/02/2008 10:15
Juliana
juli_cb21@yahoo.com.br
Limeira SP
Muitas empresas tem como filosofia a precarização do trabalho. Não oferecem condições mínimas de crescimento profissional aos funcionários. Não oferecem cursos, promoções, incentivos, premiações para que assim, ocorra também o crescimento da própria empresa. Quanto à saúde dos mesmos não proprocionam condições mínimas para que realizem as atividades de forma saudável, isto é, não proporcionam uma carga horária de trabalho humanizada, ginástica laboral, fazendo com isso percebermos os altos índices de trabalhadores afastados por acidente de trabalho. Destaquemos que pior do que ficar desempregado, é não ter condições físicas e mentais para se conseguir um outro emprego.
10/02/2008 23:03
Lucimary L. C. Rangel
lucimary.rangel@gmail.com
Cuiabá-MT
A imagem e o discurso da cena expressam a viência de trabalho profundamente estranhado, se quer procuram sentido para a vida, pois importa, somente, o fetiche das dicas. Suas queixas, indiferença,explosões sem reflexão são sintomas da alienação daqueles trabalhadores, que estão no automático, apenas. É um quadro que apresenta uma situação de duplicidade; por um lado, denota o nível de alienação em que aquele grupo se encontra, por outro, o grau de consciência que possuem. No caso, contingente, pois se quer sentem a falta material que personegens dos outros filmes sentiam. Falta que dói, mas que acorda "corpos dóceis" para perceberem que "alguma coisa está fora de ordem". (Caetano Veloso). Francisca Alves
07/02/2008 00:25
Francisca Alves
deassisfrara07@gmail.com
Nova Iguaçu
A imagem
07/02/2008 00:09
Francisca Alves
deassisfra07@gmail.com
Nova Iguaçu/Rio de Janeiro
A cena e o 'diálogo' é um recorte exemplar da realidade estranhada no capitalismo e nas relações humanas com seus valores deformados de ouvir, ser solidário trocados por individualismo e competitividade. Talvez caiba como título, também, "A Ditadura do Sucesso"
20/01/2008 23:45
Cláudio Pinto
clauvieira@uol.com.br
Registro/SP
A foto demonstra uma cena de conflito, onde o homem da esquerda esta em momento de explosão e a frase deve ser atribuída a sua fala. O da direita, de costas, mostra indiferença ao comportamento do outro. Parece que não ta nem aí com o nervosismo do outro. O da esquerda reclama de estar sozinho e remete a responsabilidade ao outro, o da direita. Uma sociedade de desiguais é incompatível.
20/01/2008 17:05
Silvana Aparecida Aires Barbosa
profsilvanaaires@hotmail.com
Limeira SP
A cena mostra o trabalho em tempos de barbárie atual: O neoliberalismo traz o esmagamento total do proletariado. Com suas idéias de "remercadorização" das economias e seus slogans sobre "planejamento estratégico" ou "desenvolvimento sustentável", foram capazes de transformar o cidadão em cliente, a educação em mercadoria e uma imensa massa de trabalhadores em trabalhadores informais ou desempregados. E ainda por cima, esse discurso neoliberal tenta encobrir as verdadeiras origens e contradições do capitalismo atual.
14/01/2008 18:29
renato coelho
rcoelho93@yahoo.com.br
goiania/goiás
Esta cena mostra a estratégia da empresa em que as personagens trabalham de precarização do trabalho diante das pressões do capitalismo global. Essa precarização está no fato do trabalhador ter que enfrentar a concorrência sem nenhum tipo de apoio da empresa na qual trabalha, além de outros elementos aordados no decorrer do filme.
06/01/2008 20:06
Ana Cláudia Barroso
anacbt@hotmail.com
Anápolis - GO
o mundo do trabalho por si so,e competitivo e ninguem ajuda ninguem,as pessoas estao trabalhando por necessidade economicas e sociais,que querem dizer para a sociedade capitalista eu venci,por esta aqui,nao se importam muito com os meios para mostrar competencia,quem inventou a barbarie social?e uma tristeza o homem ser alienado nos seus meios de trabalho,o capital sabe levar as pessoas ao delirio se utilizando de ideologias para se manter,ja a classe trabalhadora fica refem das regras que ja estao estabelecida,marx e atual quando ele fala em consciencia de classe,ao qual os trabalhadores tem dificuldades de superarem.
05/01/2008 08:02
angelica correa da silveira
angelicacsilveira@ig.com.br
belem-pa
Momento delicado do filme, ao mesmo tempo em que ocorre a reclamação das condições de trabalho, por um dos vendedores, temos o drama pessoas do outro, ou seja, por um lado o trabalho fora de hora, competitivo e alienante, por outro o trabalho que sustenta, mas ao mesmo tempo avilta, ambas situações faces do trabalho neoliberal
03/01/2008 19:34
Paulino
profmazza@bol.com.br
Garça/SP
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