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Tempos de barbarie social

Cena do filme "O Corte", de Costa Gravras, onde o mecânico do gerente desempregado Bruce Davert salienta a desmedida ético-moral do capital em tempos de sua crise estrutural.

01/02/2008 Publicada por Giovanni Alves


Bom dia! Gostaria de saber o faço para conseguir copia do filme " Segunda-Feira ao Sol? Grato.

06/11/2009 11:03 Bom dia maxcelioc@hotmail.com Vitoria-ES

Creio ser muito importante o levantamento dessa questão. A idéia de que: primeiro tem que ser eu a possuir o que acho conveniente os outros que se virem... Manifesta-se fortemente no mundo capitalista. O individualismo na coletividade, ou seja, o sujeito sente-se auto- suficiente para conseguir, a qualquer preço, o que almeja ainda que os meios usados para alcançar os objetivos não sejam os dos mais recomendados.

23/05/2009 23:32 Débora Santos deborainterprete@Yahoo.com.br Rio de Janeiro

Leo huberman narra de maneira gostosa e fácil, no seu clássico "históia da riqueza do homem" a passagem do "pode até aqui" ao "tudo-pode". Ficam algumas questões muito sérias, para além da disciplinaridade, sobre a capacidade de nossa espécie superar a barbárie, estágio atual avassalador dessa nova ordem que não sabe mais pôr limites a nada. No individual, quem tem consciência disso se organiza em pequenos grupos, forma ongs, etc, mas no geralzão, sistêmico-mundo, hoje tudo tão próximo, fica o medo de prevalecer mesmo a barbárie, de não se vislumbrar o horizonte de uma sociedade mais humana, como por exemplo, socialista. A educação é a arma para a conscientização, ficamos aí, professores fazendo a nossa parte, Deus sabe a quantas custas... Percebemos que falar em economia planifcada é meio que falar sozinhos, mas não podemos desistir, não é? Giovanni, parabéns, você está fazendo muito bem a sua parte, com sua prática inclusive "on line" de levar discussão, filmes, etc. Um alento!

23/01/2009 10:02 sinclair pozza casemiro sinclaircasemiro@yahoo.com.br maringá-pr

Essa fala expressa muito bem o mundo no qual estamos inserido: um mundo bárbaro. Nele,não há igualdade, fraternidade; pelo contrário "que o melhor vence!". As classes se destroem entre si. Não há mais ética, pois temos que sobreviver, é uma guerra "injusta" com armas, intrigas, manipulações, corrupções e até mortes.

03/04/2008 16:01 Marie chi_qui_nh@hotmail.com Blumenau

tudo e valido,estamos falando de uma funçao simbolica da barbarie social,as pessoas para se manterem no emprego ou alcançarem objetivos vivem estado de loucuras,elas sao vitimas do proprio capital que e cruel,a questao do desemprego,hoje,e um problema mundial e nao mais local,so que as pessoas nao se dao conta sobre essa nova realidade da precarizaçao do trabalho,todos querem chegar ao topo da piramide sem excrupulo ou carater,quem dizer venci a luta sem esforço,entao,se apegam a essas ideologias baratas que existem na sociedade sistemica.

21/02/2008 12:26 angelica correa da silveira angelicacsilveira@ig.com.br belem-pa

Não existem as palavras ser humano, humanidade, fraternidade, cooperação, amor e paz no vocabulário do capital.

19/02/2008 12:10 renato coelho rcoelho93@yahoo.com.br goiânia/goiás

O Capitalismo trouxe consigo a ganância. Homens, não sabem mais viver em comunhão sem que existam oportunidades. Ser mais neste contexto, não é ser com o outro, estar com o outro é literalmente saber mais, possuir mais para que a necessidade humana seja suprida. O que somos? Homens ou objetos manipulados.

12/02/2008 10:38 Juliana juli_cb21@yahoo.com.br Limeira SP

Penso que são válidas atitudes dentro do lícito, da moral e da ética. Com a sociedade burguesa e o capitalismo neoliberal fazem imperar o 'Vale-Tudo', 'Primeiro eu depois você', 'O mundo é dos espertos', coisas nesses sentidos. As porposições criminosas são faladas friamente, como no exemplo quando o personagem Bruno orienta ao mecânico matar seus colegas de trabalho. Eis a barbárie.

10/02/2008 22:39 Lucimary L. C. Rangel lucimary.rangel@gmail.com Cuiabá-MT

Penso que são válidas atitudes dentro do lícito, da moral e da ética. Com a sociedade burguesa e o capitalismo neoliberal fazem imperar o 'Vale-Tudo', 'Primeiro eu depois você', 'O mundo é dos espertos', coisas nesses sentidos. As porposições criminosas são faladas friamente, como no exemplo quando o personagem Bruno orienta ao mecânico matar seus colegas de trabalho. Eis a barbárie.

10/02/2008 22:38 Lucimary L. C. Rangel lucimary.rangel@gmail.com Cuiabá-MT

Numa sociedade onde a barbaie está instalada, onde trabalhadores são desumanizados e não há limites e reconhecimento de classe, a ética passa a ser invertida e sim, tudo pode ser possível!

10/02/2008 19:15 Tainá Souza Conceição tainaaestrela21@hotmail.com Rio de Janeiro-RJ

Não vejo nenhum desacordo com o mundo real nesta frase. Sim, "tudo é válido " nesta sociedade, desde que crie valor e mais valor. Desde que aceite a sua lógica e ajude na reprodução de sua ética. Esta ética da aceitabilidade de todas as coisas em uma sociedade não invertida, não fragmentada, seria outra. Mas na sociedade do capital ?! Isto não me assusta nem, no contexto em que foi falado, porque não fere a ética da sociedade do fetiche, da alienação, do estranhamento e da mercantilização de todos os momentos da vida. Como dizia Marx: até a honra é objeto de compra e venda nesta sociedade. Logo, tem um preço Assim sendo, a questão da corrupção está aí, comprovadamente demonstrada, como ontológica à sociedade do capital! E por aí vão todas aquelas coisas da moral e da ética que cada vez mais ficam naturalizadas, porque cada vez mais o capital deixa a vista o seu verdadeiro ser!

06/02/2008 15:03 Lérida Povoleri povolerida@gmail.com Niterói

Para se vingar de uma sociedade injusta, por que não mentir, afinal de contas é isso que acontece, então um erro justifica o outro e assim o sistema vai se perpetuando, erros após o outro, violações, pequenos furtos, criminalidade, barbárie. Sinal dos tempos? Realidade? Vida? Sobrevivência? Tudo se justifica, o importante é parecer,não ser.

04/02/2008 12:25 Paulino profmazza@bol.com.br Garça/SP

Tudo é válido!!! Sem ética e moral!! Na Europa não tem "jeitinho" e quando a classe média perde o padrão que alcançou, o desespero fulmina a razão. Os europeus e os americano do norte vivem esse drama e a tendência é todos apelarem para a xenofobia. Ou, no caso de O Corte, matar os concorrentes...

03/02/2008 19:02 SILVANA APARECIDA AIRES BARBOSA profsilvanaaires@hotmail.com Limeira-SP

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